As 3 Estratégias Para Chegar Em Uma Mulher – Parte 3

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chegar em uma mulher com abordagem situacional

Nessa série de artigos nós já falamos de duas das três estratégias básicas que que você pode usar para chegar em uma mulher: a abordagem indireta e a abordagem direta.

Nesse artigo, portanto, falaremos da terceira e última estratégia básica: a abordagem situacional.

Esta é na verdade uma estratégia bastante similar à abordagem indireta, mas com a vantagem de que pode ser feita de forma muito mais natural.

Não, ela não vai cumprir com a velha promessa de eliminar o risco de rejeição. Abordagem nenhuma faz isso. No entanto, esta forma de chegar em uma mulher é realmente muito eficiente e versátil.

Com efeito, para certos casos ela pode ser ainda melhor para chegar em uma mulher que uma abordagem direta.

 

A Abordagem Situacional

homem fazendo abordagem situacional

Uma abordagem situacional é uma abordagem que começa não com uma demonstração clara de interesse, mas com um comentário, pergunta ou observação sobre referente à situação ou ao ambiente.

Ou seja: você usa um gancho situacional para começar a interação.

Por exemplo:

Você vira para uma garota numa festa apinhada de gente e diz, num tom de brincadeira: “Ei, tem alguém por aqui tentando pegar na minha bunda. Você me ajuda a descobrir quem é?”

Você encontra no ponto de ônibus uma mulher que está usando uma camiseta de “Friends” e diz: “Ah, então você é fã também? Eu adoro “Friends”!

Você chega em uma mulher numa livraria que está olhando um livro que você já leu e diz: “ah não, esse aí é não é tão legal”.

Você chega em uma garota que está escolhendo um café no Starbucks e diz: “Eles têm bilhões de opções, heim?”.

Você vai até uma garota numa festa e diz: “Oi, você parece bem amigável. Tudo bem?”

Você vai até um grupo de amigas na balada e diz: “Oi, tudo bem? Eu vim invadir a conversa de vocês. Vocês parecem simpáticas”.

Essa forma de chegar em uma mulher geralmente não serve tão bem quanto a abordagem direta para gerar atração logo de cara, mas é uma forma muito mais garantida de iniciar uma conversa com a mulher.

Agora, você, que leu a parte um e dois dessa série de artigos, deve certamente estar se perguntando:

“Perae, isso não é a mesma coisa que uma abordagem indireta?”

homem confuso

Então, eu não vou negar que faria todo o sentido chamar essa estratégia de abordagem “indireta” ao invés de “situacional”.

No entanto, eu estou usando essa nomenclatura porque o termo “abordagem indireta” acabou ficando muito relacionado à estratégia de abordagem que eu expliquei no primeiro artigo desta série.

E entre a “abordagem indireta” e o que eu estou chamando de “abordagem situacional” existem uma diferença crucial:

Na Abordagem Situacional Você Não Inventa Nenhuma História Para Justificar Porque Você Está Falando Com A Mulher.  

Isto é: em uma abordagem indireta você faz coisas como inventar que está tendo uma discussão com os seus amigos e se justifica por falar com a garota dizendo que quer uma “opinião feminina”.

mulher incrédula
(O que não é muito convincente)

Já numa abordagem situacional, você simplesmente abre a conversa sem oferecer justificativa alguma.

O que “justifica” a sua fala numa abordagem situacional é o próprio ambiente e a seu interesse na mulher (que não será expresso, mas que ficará subentendido).

O ponto positivo é que dessa forma você demonstra mais confiança do que se tentasse dar uma justificava inventada para o fato de estar falando com a mulher.

Como eu disse no primeiro artigo, se você tiver a energia certa, uma abordagem indireta vai funcionar mesmo no caso mais do que provável de a mulher se tocar de que a sua justificativa é inventada.

No entanto, nem a mentira e nem a tentativa de se auto justificar são coisas que pegam exatamente bem para você.

Agora, apesar dessa diferença, tenha em mente que a abordagem situacional é igual à abordagem indireta numa questão importante:

Uma Abordagem Situacional Também Não Inicia O Flerte Propriamente Dito.

Tal como acontece numa abordagem indireta, com a abordagem situacional a mulher quase com certeza saberá porque você está falando com ela.

No entanto, isso não significa que o flerte começa assim que você faz a sua abordagem. Nesse caso o flerte só começa quando você começar a usar o push-pull, seja ao demonstrar interesse ou ao fazer uma leve provocação.

Seja como for, o seu objetivo depois de começar a conversa será sempre iniciar o flerte o mais rápido possível.

E quando é o “mais rápido possível”?

1, 2, 3

Calma, também não é bem assim.

Essa velocidade vai depender da temperatura da conversa, isto é: o nível da receptividade que a mulher demonstrar.

Se ao chegar em uma mulher ela for bem receptiva, você pode iniciar o flerte quase que imediatamente.

Já se ela ficar um pouco mais reservada você deve conversar por mais tempo, sempre tentando aumentar a temperatura da conversa.

Geralmente você vai precisar conversar por mais tempo em ambientes de baixa energia, onde as mulheres estão mais relaxadas do que numa balada ou na rua.

Por exemplo: lojas, praças silenciosas, livrarias, supermercados.

Esses também são os ambientes em que uma abordagem situacional frequentemente é mais recomendada que uma abordagem direta.

Afinal, se a mulher está com uma energia muito baixa, a sua energia ao chegar nela também precisa ser menor.

E é preciso muito tato para fazer uma abordagem direta com uma energia menor (confie em mim: a sua tendência será colocar energia demais).

Por Conta Dessa Questão De Energia, O Ambiente Também Dita O Tipo De Abordagem Situacional Que Você Deve Usar.

Ou seja: se o ambiente tiver uma energia mais baixa, você pode usar uma fala com menos energia. Já se o ambiente tiver mais energia, a sua fala também precisa ter mais energia, para ser mais envolvente.

Uma abordagem situacional com uma energia muito baixa seria algo do tipo:

“Os ônibus aqui demoram, heim?”

Essa fala na verdade foi a primeiríssima vez que eu usei uma abordagem situacional na vida.

Eu estava num ponto de ônibus perto de um shopping quando uma garota sentou ao meu lado. Eu abri a conversa desse jeito e nós começamos a conversar.

Como eu estava gelando de medo, eu não cheguei a flertar com ela, mas ela flertou comigo.

Me fez um monte de perguntas pessoais e ficou batendo na tecla de que era legal o fato de nós morarmos perto. No fim ela praticamente me forçou a pedir o número dela.

Assim, apesar de eu ter tido uma “performance” lastimável, o fato é que a abordagem, por mais simples que tenha sido, ainda assim funcionou.

E isso aconteceu porque a energia do ambiente era muito baixa e a minha abordagem foi adequada.

No entanto, na maior parte das situações, você vai precisar colocar mais energia na sua abordagem. E para isso o melhor é já começá-la num tom divertido, mais próximo do tom de um flerte.

Por exemplo: certa vez eu parei numa fila de caixa de supermercado logo atrás de uma mulher muito bonita, que estava na minha frente com um monte de salgadinhos e doces na mão.

A coisa óbvia a fazer era abrir a conversa falando dos salgadinhos, mas havia vários jeitos de fazer isso e nem todos funcionariam bem.

Se eu dissesse: “parece gostoso isso aí”, isso até poderia funcionar, mas geraria uma conversa mais fria e mais difícil de transformar num flerte.

Assim, ao invés de dizer isso, o que eu fiz foi começar a conversa num tom de brincadeira, fazendo uma leve provocação. Eu disse, num tom bem-humorado: “Vai comer só porcaria, heim? Que feio…”

A mulher se virou para mim, um pouco surpresa.

“Ah, pois é… Mas é que é bom de vez em quando, né?…”, ela disse, sorrindo, mas meio reservada.

“’De vez em quando’, sei…”, eu disse num falso tom de incredulidade.

Ela deu uma risadinha.

“Pô, eu pareço alguém que não come direito?”

“Não, na verdade você é bem agradável de olhar”, eu disse.

Ela sorriu aberto e então franziu os olhos com uma expressão que dizia “muito espertinho você”.

BAM!

Nós estávamos flertando.

happy loki

No caso, a minha abordagem não teve uma energia tão grande assim, mas foi grande o suficiente para criar uma interação imediatamente divertida num ambiente de energia baixa.

Por isso funcionou.

Agora, para encontrar a abordagem certa em cada situação, é muito importante você ter em mente não só a questão da energia do ambiente e da mulher, mas também de um fato encorajador:

Qualquer Gancho Situacional Pode Servir Para Você Chegar Em Uma Mulher De Um Jeito Bem-Sucedido, dependendo de como você usá-lo.

A essa altura talvez você esteja imaginado que é bem complicado chegar em uma mulher com uma abordagem situacional.

E, de fato, ela é mais complicada do que a abordagem direta. No entanto, ela não é tão complicada assim. Porque sempre tem um jeito de transformar o gancho situacional mais sem-graça numa abordagem envolvente o bastaste.

Até mesmo falar do tempo, que geralmente é uma coisa que só serve para fazer conversa fiada.

Eu mesmo já fiz isso.

No caso estava caindo um puta temporal. Eu e a mulher estávamos lado a lado na saída do shopping, esperando a chuva amenizar para sair para o estacionamento.

Nisso eu cruzei o olhar com o dela e disse, erguendo as sobrancelhas: “tomara que o Noé já tenha terminado a arca”. A garota deu uma risadinha e lamentou que não conseguiria chegar no carro dela sem ficar ensopada.

A gente começou a conversar e eu comecei a provocar ela de um jeito bem leve e bem-humorado para transformar a conversa num flerte.

Se eu tivesse dito apenas “que chuva!”, isso provavelmente não teria me levado para lugar nenhum, mas uma pequena adição de humor já bastou para tirar uma risadinha da mulher.

E acredite: ao chegar em uma mulher, uma risadinha dela pode fazer toda a diferença.

 

Agora, independentemente da estratégia que você for escolher para chegar em uma mulher há uma coisa ainda mais importante a se tratar. E é dessa coisa que vamos falar no artigo final dessa série.

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